…e ainda assim, continuei amando!

Não acho que possa existir dor maior do que perder alguém que se ame. Perder de verdade, no sentido literal da palavra. Não falo de términos. Falo do rompimento da linha tênue que divide a vida e a morte. Falo de saber que a partir daí não exista nada mais que você possa fazer, nada... Continue lendo →

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aos dezoito de junho

Melancolicamente seus olhos percorriam o espaço daquele quarto. Ela se lembrava exatamente de cada uma de suas visitas, de cada lugar onde se beijaram, onde fizeram amor. Se lembrava de cada jura silenciosa de amor que fizera a ele enquanto se abraçavam para dormir... Sentia saudade daqueles beijinhos no seu ombro, de madrugada, que a... Continue lendo →

Não permitido

Era proibido. Em muitos sentidos, era proibido para ela. Primeiro, ele ainda era casado. Segundo, já havia sido um dos melhores amigos daquele cara com quem havia dividido a cama por várias noites. Mas ela dormia e pronto! Ele aparecia em seus sonhos, com os lábios muito próximos ao seu pescoço. Às vezes o cenário... Continue lendo →

Fecharam-se as cortinas

Eu ainda não sei quando foi que surgiu o amor. Eu não consigo me lembrar do momento em que aquele vulcão em erupção se tornou uma vontade de estar ao lado dele pro resto da vida. Ele era um cara difícil, sabe? Às vezes, ele era arrogante e quase insuportável. Claro! Tinha o sexo. Ah!... Continue lendo →

Silenciosidades

Então eu comecei a jogar os travesseiros para fora da cama E, no banho, a música começou a me incomodar Com os travesseiros lançados ao chão eu me sentava com os pés pra cima E ouvia ainda um soluço, misturado à vontade de pegá-los de volta E à irresoluta necessidade de vê-los atirados para longe... Continue lendo →

Resquício

Tenho meus olhos pousados nos teus Enquanto os teus repousam no meu colo Ávido, sedento, desejoso Quero despi-lo das tuas máscaras Tirar a tua armadura e penetrar No fundo da tua alma, do teu coração Em contrapartida queres despir-me Da minha roupa, ocupar os pensamentos Com o que podes tirar de mim Me desfaço em... Continue lendo →

Liberdad

Em que idioma falo E quais as velas carreguei No meio deste enterro Por dias e dias em vão tentei Saltar e tocar o sol Agora sei que não foi um erro E antes deste dia Eu mal podia Ouvir a minha própria voz

A grande mudança

E, então, depois de atravessar o meu deserto Depois de abrir o Mar Vermelho e deixar para trás O Egito com toda a dor que ele me causou Encontrei os teus olhos olhando assim tão perto Dos meus que também só queriam se ver nos teus Num abrir e fechar de olhos, Egito começou a... Continue lendo →

CALYPSO

E quando as janelas se abriram para o mar outra vez, a tempestade havia passado O mar estava novamente calmo e o azul esverdeado de suas águas parecia plácido Era quase como um convite para mergulhar novamente, nua, totalmente despida De todas as dúvidas e medos anteriores, que a tempestade trouxera antes de partir Meu... Continue lendo →

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